segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

A Lagarta Infeliz

Num jardim muito agradável e florido vivia uma lagarta que se sentia sempre muito infeliz.

Na verdade, ali ela tinha tudo o que precisava.

Passeava pelas plantas e se alimentava de folhas bem verdinhas e macias, e se abrigava entre os

ramos das árvores.

A lagarta era muito boa, prestativa e gostava muito de ajudar os outros, mas quem?

Todos a temiam e fugiam dela exclamando:

- Que bicho feio!
Os garotos caçoavam dela e maltratavam a pobrezinha, que corria a esconder-se entre as folhas.

Por isso, ela vivia muito triste. Possuía um coração terno e amoroso e queria muito ter amigos,

mas não conseguia aproximar-se de ninguém.

Os próprios bichos a olhavam com desdém, dizendo:

- Vejam que roupa mais feia!

E a pobre lagarta ficava cada vez mais triste e sozinha, até que, cansada de tanto ser maltratada

ela não saiu mais de casa.

Não podendo aproximar-se de ninguém, ainda assim querendo doar algo de si mesma, ela fez a

única coisa que sabia fazer: teceu lindos fios para que alguém pudesse aproveitar confeccionando

belas roupas. Como tinha muito tempo à sua disposição, ela trabalhou bastante.

Enrolou-se toda no casulo e ficou quietinha... quietinha...

Estava com tanto sono! Sentia-se tão cansada...
E a lagarta dormiu... dormiu...dormiu...

Quando acordou, sentiu-se diferente, mais leve, mais bem disposta.

Teve vontade de passear e saiu de casa.

Notou que todos os que estavam por perto a fitavam com surpresa e admiração.
- O que está acontecendo?
– pensou. Olhou-se e ficou deslumbrada.

Oh! Maravilha!
Era um lindo dia e, sob os raios do sol morno da manhã, ela percebeu que se
transformara em uma linda borboleta de asas coloridas e cintilantes.
Sem poder conter a emoção do momento, satisfeita da vida e muito, muito feliz, ela bateu as asas
brilhantes e, depois de beijar as perfumadas flores do jardim, voou para o infinito.

O oxigênio quer ter amigos - ESCOLINHA DOS ELEMENTOS

Resumindo a história: o oxigênio quer formar laços de amizade (ligação química) mas ele não quer qualquer amizade, ele quer uma que seja estável. Então ele vai tentando com os outros elementos da tabela periódica. Mas quando ele se junta com alguns elementos acontecem coisas "inesperadas" e ele perde a amizade... Bom, não vou contar o resto porque vai perder a graça.

A turma da Mônica na escola











domingo, 14 de dezembro de 2014

JOGO DO SOBE E DESCE

Veja um interessante jogo onde a criança durante a brincadeira, faz diversas operações de adição e subtração com os números inteiros. Em uma partida do sobe e desce ela encontrará situações como: 6-2=4, 5-6=-1, 2-5=-3, porém, ela verá essas operações de uma forma diferente e passará a compreender esses resultados. O material do jogo consiste em um tabuleiro, dois dados de cores diferentes e seis tampinhas. Durante o jogo, cada criança em sua vez, lançará os dois dados e com os resultados obtidos, ela deverá subir ou descer uma determinada quantidade de casas. 
Tabuleiro, 6 tampinhas e dois dados
Posição inicial dos jogadores
Movimentação das peças durante o jogo


Vamos dar uma olhadinha nos materiais e jogar!!!!


Vamos ensinar de forma divertida!!!


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Jogando com o conhecimento



Nessa atividade da aula, os/as alunos/as serão convidados pelo/a professor/a a construir e trabalhar em sala de aula com um jogo capaz de auxiliar no processo de ensino e aprendizado de Genética.

O/a professor/a deverá propor um jogo semelhante a um dominó. Porém, nas pedras do dominó, ao invés de constarem números, constarão conceitos de um lado e definições do outro lado. O dominó será constituído por 27 pedras, sendo que, em 25 destas, deverá constar em um dos lados um conceito e, no outro lado, uma definição, mas não correspondente (vide Figura 1).

As duas pedras restantes deverão conter, em uma delas, apenas conceitos em ambos os lados e, na outra pedra, apenas definições em ambos os lados (vide Figura 1).

O/a professor/a deverá propor que os/as alunos/as construam as pedras do dominó em cartolina branca com tamanho de 4cm de largura x 11cm de comprimento, com uma divisão no centro, de modo a separar a definição do conceito. Serão necessárias três cartolinas para tanto, as quais devem ser solicitadas previamente pelo/a professor/a junto à secretaria da escola. Porém as pedras poderão ser confeccionadas de acordo com o material disponível e a facilidade encontrada na instituição. As definições com seus respectivos conceitos que poderão ser utilizados no jogo estão abaixo (vide Anexo I) e devem ser registradas nas pedras do dominó pelos/as alunos/as. O/a professor/a poderá solicitar a consultoria do/a professor/a de Artes para a construção do dominó de modo a exercitar a interdisciplinaridade, se considerar exequível.


Finalizada a confecção das pedras, será dado início ao jogo, o qual poderá ser realizado em grupos, cada um composto de 2 a 5 alunos/as. Os passos a serem seguidos estão descritos a seguir:


Figura 1: Ilustração das pedras do dominó




Orientações para o jogo


1. As 27 pedras constituintes do dominó deverão ser colocadas em uma bancada e, em seguida, misturadas;


2. O próximo passo será colocar uma das pedras que contêm apenas conceitos ou apenas definições no meio da bancada para iniciar o jogo;


3. O tempo deverá ser marcado a partir deste momento;


4. Os participantes do grupo deverão procurar a pedra que corresponderá ao conceito ou definição da pedra inicial. Após, encontrada, esta pedra deverá ser encaixada (vide Figura 2);


5. O processo continua de ambos os lados do dominó, até que se encerrem todas as pedras. Após o encaixe de todas as pedras, deve-se marcar o tempo.


O jogo chegará ao fim quando todas as pedras do dominó forem encaixadas de modo correto, sendo vencedor o grupo de alunos/as que completar o jogo em menor tempo.


Figura 2: Exemplos resultantes da união




Fonte: RAMALHO, M. A. P.; SILVA, F. B.; SILVA, G. S.; SOUZA, J. C. Ajudando a fixar os conceitos de genética. Genética na escola, vol.1, nº 2, 2006. p. 45-49.

Atividade – Brincando com o conhecimento

Nessa atividade da aula, os/as alunos/as serão convidados pelo/a professor/a a construir e trabalhar em sala de aula com mais um jogo capaz de auxiliar no processo de ensino e aprendizado de Genética.

O/a professor/a deverá propor um jogo de cartas envolvendo duas espécies de baralhos: um deles possuindo 52 cartas de conceitos, e o segundo possuindo 52 cartas de definições. Os baralhos poderão ser confeccionados em cartolinas, medindo, aproximadamente 5cm x 8cm (vide Figura 3). Serão necessárias oito cartolinas para tanto, as quais devem ser solicitadas previamente pelo/a professor/a junto à secretaria da escola.Com o intuito de distinguir os dois baralhos, sugere-se utilizar figuras ilustrativas na parte de trás das cartas.


Os conceitos com as respectivas definições que poderão ser utilizadas neste jogo são as mesmas sugeridas para o jogo da atividade anterior (vide Anexo I) e deverão ser registrados nas cartas respeitando a distinção dos baralhos. O/a professor/a poderá solicitar a consultoria do/a professor/a de Artes para a construção dos baralhos de modo a exercitar a interdisciplinaridade, se considerar exequível.

Figura 3: Modelo de cartas de perguntas






Orientações para o jogo


1. Os baralhos de definições deverão ser embaralhados e posteriormente divididos de acordo com o número de participantes (sugere-se um número de 4 ou mais alunos/as em cada rodada), de modo que cada um fique com o mesmo número de cartas;


2. O/a professor/a não deverá estar participando do jogo e ficará responsável pelas cartas de conceitos, sendo que estas deverão também ser embaralhadas e colocadas em cima da bancada onde está sendo realizado o jogo, de maneira que os conceitos fiquem virados para baixo. O/a professor/a irá pegar uma carta por vez e ler lentamente o conceito em voz alta.


3. O/a participante que tiver a definição deste conceito deverá fazer o par (conceito-definição) e colocá-lo em cima da mesa para que o responsável pelo jogo possa conferir;


4. Se o par formado estiver correto, este deve permanecer em cima da mesa. Caso contrário, a carta de definição deverá voltar para as mãos do/a participante e a carta de conceito ao responsável pelo jogo, sendo que este/a participante deverá pagar uma “prenda” estabelecida em conjunto pelos demais, de modo a evitar acertos casuais;


5. Após a leitura do conceito, caso nenhum/a participante se manifeste, o responsável deverá dizer a definição e o/a participante que a tiver pagará também a “prenda”.


Após este procedimento, deverá colocar o par (conceito-definição) em cima da bancada;


6. O jogo chegará ao fim quando qualquer um/a dos/as jogadores/as usarem todas as cartas que lhe foram entregues no início do jogo, ou seja, encontrar todas as definições para os seus conceitos, formando, assim, pares. Este será o/a vencedor/a.

ANEXO I

Conceitos e definições

1. Meiose: processo de divisão celular responsável pela formação dos gametas. Caracteriza-se por promover a redução do número de cromossomos da espécie à metade.


2. Heredograma: simbologia utilizada no estudo do controle genético dos caracteres em animais.


3. Autofecundação: modo de reprodução sexuada através da qual os gametas masculinos e femininos são oriundos do mesmo indivíduo. Ocorre predominantemente nos vegetais.


4. Transcrição: processo de síntese de uma molécula de RNA em que se utiliza uma das fitas de DNA como molde.


5. Cromossomo metacêntrico: cromossomo que possui centrômero na posição mediana.


6. Replicação semiconservativa do DNA: processo de replicação do DNA em que cada uma das fitas de uma molécula funciona como molde para produzir a fita complementar. No final do processo resultam duas moléculas idênticas.


7. Ribossomos: local onde se realiza a biossíntese protéica.


8. Códon: sequência de três nucleotídeos no mRNA codificadora para um determinado aminoácido.


9. Prófase: denominação dada à fase da divisão celular quando ocorre a condensação da cromatina e desaparecimento da membrana nuclear e do nucléolo.


10. Metáfase: denominação dada à fase da divisão celular quando ocorre o alinhamento dos cromossomos na região central (equador) da célula.


11. Anáfase: denominação dada à fase da divisão celular quando ocorre a separação das cromátides irmãs para os polos opostos da célula.


12. Telófase: denominação dada à fase da divisão celular onde ocorre a descondensação dos cromossomos e o reaparecimento da membrana nuclear e do nucléolo.


13. Homozigóticos: indivíduos que possuem alelos idênticos.


14. Heterozigóticos: indivíduos que possuem alelos diferentes.


15. Homólogos: cromossomos morfologicamente iguais e portadores dos mesmos genes.


16. Tradução: processo pelo qual é produzida uma cadeia polipeptídica a partir da informação existente no mRNA.


17. Antígeno: substância que, quando introduzida no organismo, estimula a produção de anticorpos.


18. Herança limitada ao sexo: tipo de herança cuja expressão do caráter só se expressa em um dos sexos.


19. Herança ligada ao sexo: tipo de herança cujo controle é realizado por genes situados nos cromossomos sexuais.


20. Enzima de restrição: são enzimas que cortam o DNA em locais específicos da molécula.


21. Transgênico: indivíduo produzido por engenharia genética tendo genes de espécies não relacionadas.


22. População: conjunto de indivíduos da mesma espécie, que ocupam o mesmo local, e são capazes de trocar alelos entre si, deixando descendentes férteis e viáveis.


23. Caráter: denominação dada ao conjunto de informações que identificam o indivíduo.


24. Seleção Natural: sucesso reprodutivo dos indivíduos mais adaptados. Indivíduos mais adaptados são aqueles que deixam mais descendentes.


25. Cromossomo: estrutura nucleoprotéica situada no núcleo e observada durante as divisões celulares.


26. Mitose: processo de multiplicação celular responsável pela produção de células filhas idênticas à célula-mãe promovendo o crescimento dos organismos.


27. Genoma: conjunto de genes existentes em todos os cromossomos de uma espécie.


28. Retrocruzamento: cruzamento de indivíduos da geração F1 com um dos seus genitores.


29. DNA: material genético primário, da maioria dos organismos, constituído de duas fitas complementares de polinucleotídeos.


30. Equilíbrio de Hardy-Weinberg: fenômeno pelo qual uma população cruzando ao acaso na ausência de seleção, mutação ou migração não altera as suas frequências alélicas e genotípicas.


31. Alelos múltiplos: quando um gene possui mais de dois alelos.


32. Clones: denominação dada à população de indivíduos geneticamente idênticos provenientes de reprodução assexuada.


33. Código genético: sequências de bases no RNA mensageiro, que codificam um dos 20 aminoácidos que participam da síntese de proteínas.


34. Alelo Dominante: alelo que se expressa produzindo seu fenótipo tanto em homozigose quanto em heterozigose.


35. Codominância: é um tipo de interação alélica em que ambos os alelos contribuem para a expressão do fenótipo do heterozigoto.


36. Recessivo: denominação dada ao alelo que só se expressa em homozigose.


37. Universal: propriedade do código genético em que um mesmo códon codifica o mesmo aminoácido em diferentes espécies.


38. Degenerado: propriedade do código genético em que o mesmo aminoácido pode ser codificado por mais de um códon diferente.


39. Síndrome de Down: anomalia da espécie humana causada pela trissomia do cromossomo 21.


40. Fêmea: um indivíduo da espécie humana que possui constituição cromossômica XX.


41. 5’- 3’:direção da replicação da molécula de DNA.


42. Ácido fosfórico, desoxirribose e base nitrogenada: compostos que formam um nucleotídeo.


43. Anticorpo: substância protéica produzida pelo organismo em resposta à invasão de um antígeno.


44. Fenótipo: as diferentes expressões de um dado caráter.


45. Genótipo: constituição genética de um indivíduo.


46. Alelos: formas alternativas do gene responsáveis pelos diferentes fenótipos do caráter situadas no mesmo loco, em cromossomos homólogos.


47. Primeira Lei de Mendel: segregação dos alelos de um gene durante a formação dos gametas.


48. Gene: denominação dada ao segmento de DNA situado em uma posição específica do cromossomo, que é responsável pela expressão do caráter.


49. Genética: ciência que estuda a hereditariedade e a variação.


50. Mutação: processo responsável pela produção de novos alelos por meio da alteração na sequência de bases do DNA.


51. Permuta genética: denominação dada ao fenômeno genético responsável pela troca de segmentos entre cromossomos homólogos.


52. Watson e Crick: pesquisadores que propuseram a estrutura molecular do DNA.



Fonte: RAMALHO, M. A. P.; SILVA, F. B.; SILVA, G. S.; SOUZA, J. C. Ajudando a fixar os conceitos de genética. Genética na escola, vol.1, nº 2, 2006. p. 45-49.


Entretenimento e aprendizagem


Nessa atividade da aula, os/as alunos/as serão convidados inicialmente a assistir o filme “Óleo de Lorenzo”. O/a professor/a poderá solicitar o filme à videoteca da escola ou, caso isso não seja possível, solicitar recursos à escola para alugá-lo. A exibição do filme deverá ser feita durante a aula utilizando-se um kit multimídia (caso se trate de um DVD) ou vídeocassete (caso de trate de uma fita).

FILME - Óleo de Lorenzo




Concluída a exibição do filme, os/as alunos/as deverão ser orientado/a pelo/a professor/a a realizarem um júri simulado.

A realização do júri simulado em sala de aula exigirá que o/a professor/a divida os/as alunos/as em 3 grupos: o primeiro grupo fará a DEFESA, o segundo grupo fará a ACUSAÇÃO e o terceiro grupo irá julgar como o JUIZ. O objeto do julgamento será a atitude dos pais diante do adoecimento do menino tal como apresentado no filme. As questões norteadoras apresentadas abaixo podem ser utilizadas durante o júri simulado.

Durante essa atividade, o/a professor/a deve observar a capacidade de argumentação dos/as alunos/as, a maneira como cada um/a expõe suas ideias, defende os seus argumentos e discute com os/as colegas de sala.

Após a realização do julgamento, os papéis podem ser invertidos, de modo que o grupo que inicialmente defendeu irá então acusar e o grupo que julgou poderá defender.

Perguntas norteadoras para o júri simulado


1 – O envolvimento dos pais do menino atrapalhou ou ajudou na doença?


2 – A falta de medicamentos para uma doença dessa natureza prejudicou o tratamento do menino?


3 – A esperança dos pais do menino fez a família se unir?


4 – Os médicos fizeram pesquisas e testes com o menino. Os pais foram corretos ao permitir isso?


5 - Sobre o surgimento do gene na família de Lorenzo: como e quando ele teria aparecido?


6 – O envolvimento dos pais com uma ONG fez alguma diferença para o tratamento do filho?


7- A dieta que os médicos indicaram para o menino só o fez piorar. A prescrição dessa dieta foi correta?


8 – O dinheiro que os pais arrecadaram para o simpósio fez alguma diferença para o tratamento do menino?


9 – Qual a importância da descoberta do óleo para o tratamento do menino?


Atividade – Pesquisando e aprendendo

Nessa atividade da aula, os/as alunos/as serão orientados pelo/a professor/a a realizar uma pesquisa sobre os tipos sanguíneos de seus familiares. Para tanto, cabe ao/a professor/a orientar os/as alunos/as a preencherem individualmente a Tabela 1.

Tabela 1


Nome


Tipo sanguíneo


Fator RH



Pai

Mãe

Aluno

Irmão/ Irmã

Irmão/ Irmã

Finalizado o preenchimento da tabela, os/as alunos/as deverão analisar os dados da pesquisa e elaborar um gráfico contendo as porcentagens decrescentes dos tipos sanguíneos presentes. Cabe ao/a professor/a orientar os/as alunos/as a se organizarem em duplas para tanto e utilizarem o software Kolourpaint ou Microsoft Excell.

A seguir, os/as alunos/as deverão utilizar o software Kpresenter do netbook para apresentar os resultados finais da elaboração da pesquisa em sala de aula.

Concluindo essa atividade, cabe ao/a professor/a orientar os/as alunos/as a se organizarem em três grupos para acessar a internet com o intuito de coletar informações sobre o sangue e os grupos sanguíneos. Para tanto, os sites abaixo poderão ser indicados. As informações coletadas deverão ser organizadas para a elaboração do Relatório 1. Como se vê abaixo, cada grupo ficará responsável por levantar informações em sites específicos.

Grupo 1:

Disponível < http://www.bancodesangue.com.br/website/content/bancosangue/geral/index.php?idPagina=TUDO_SOBRE_SANGUE

Grupo 2:

Disponível < http://www.grupoescolar.com/pesquisa/os-grupos-sanguineos.html


Grupo 3:

Disponível <http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/corpo-humano-sistema-cardiovascular/tipos-de-sangue.php >

Com o término da pesquisa, o/a professor/a deverá orientar os grupos a socializar oralmente as respostas elaboradas para cada uma das questões. Reunindo elementos das respostas de cada um dos três grupos, os/as alunos/as deverão então produzir um cartaz com uma resposta coletiva para cada uma das questões Cabe ao/a professor/a providenciar uma cartolina para a produção do cartaz e auxiliar na organização da resposta coletiva de cada questão registrando no quadro uma síntese dos principais elementos das respostas de cada um dos grupos.

Relatório 1

1 - O que é o sangue?
2 - De que é formado o sangue?
3 - Quanto sangue possuímos em nosso organismo?
4 - Como o sangue é produzido em nosso organismo?
5 - O que são grupos sanguíneos?
6 – O que é o fator Rh?
8 – Cite as características que cada um dos grupos sanguíneos.
9 - Qual tipo sanguíneo pode ser doador universal? Explique.
10 - Que tipo de sangue é ideal receber?

Se o Receptor for do grupo:


O Doador poderá ser do grupo:


A+


A -

B+


B -

AB+

AB -

O+

O -


A seguir, os/as alunos/as deverão socializar oralmente as respostas para que o conteúdo da aprendizagem possa ser consolidado.


Atividade - Pesquisando no Laboratório de Química



Nessa atividade da aula, os/as alunos/as devem ser divididos em grupos de quatro integrantes para a realização do Experimento 1 no Laboratório de Química.
No primeiro momento da atividade, cabe ao/a professor/a providenciar os materiais necessários para elaboração do Experimento 1, os quais se encontram especificados nolink abaixo. No segundo momento, o/a professor/a deverá separar todos os materiais necessários para a elaboração do Experimento 1. No terceiro momento, o/a professor/a, posicionado na bancada do Laboratório de Química, deverá apresentar cada um dos materiais aos alunos/as. No quarto momento, o professor/a deverá explicar, também posicionado na bancada, o procedimento pertinente, tal como detalhado no link abaixo, salientando a importância do cuidado no manuseio das vidrarias e soluções químicas.

Atividade – Dramatizando, socializando e aprendendo

Nessa atividade da aula, cabe ao/a professor/a propor aos/as alunos/as a elaboração de um conjunto de esquetes – ou seja, pequenas cenas nas quais um número reduzido de pessoas dramatizam uma certa situação, comumente com caráter cômico – referentes ao tema da aula, de modo a favorecer sua consolidação. Para tanto, o/a professor/a deve solicitar que os/as alunos/as se organizem em quatro grupos. Nos esquetes deverão ser contemplados o conteúdo da atividade da aula da qual os/as integrantes dos grupos eles/as mais gostaram. Os personagens a serem interpretados pelos/as alunos/as devem ser escolhidos pelos/as mesmos/as. Os/as alunos/as também devem elaborar as falas dos personagens, contando, para tanto, com as orientações do/a professor/a. Os esquetes poderão ser apresentados para a escola em geral durante os intervalos ou eventos especiais, de modo que todos – alunos, funcionários, professores e pais – possam prestigiá-los e aprender mais sobre o assunto. Se necessário, os grupos podem solicitar a consultoria do/a professor/a de Língua Portuguesa ou Artes, de modo a exercitar a interdisciplinaridade.


Recursos Educacionais

NOME

TIPO

Teste de paternidade
Experimento prático

Genética - herança ligada ao sexo
Hipertexto
Recursos Complementares

Sugestão de link para aluno/a:

Sugestão de pesquisa e leitura para o aluno/a http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Genetica/leismendel9.php

Sugestões de links para professor/a:

Reportagem “Medicina genética garante fim de doenças hereditárias potencialmente perigosas”, site G1 http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1563343-5603,00.html

Recurso de vídeo “Cromossomo x Cromatina: introdução à Genética” http://www.youtube.com/watch?v=SVLuR_S-k8o

Avaliação

A avaliação dos/as alunos/as pode ser feita em todos os momentos da aula, a partir das contribuições individuais ou das contribuições do grupo como um todo, assim como a partir do envolvimento dos/as mesmos/as nas atividades solicitadas.

Herança genética: conhecendo nossas origens através do método científico

O que o aluno poderá aprender com esta aula
Compreender a noção de hereditariedade.
Investigar a importância do sangue no estudo da genética.
Compreender o papel da herança genética no desenvolvimento de doenças.
Duração das atividades
05 AULAS (50 MINUTOS CADA)
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Conceitos básicos em Genética (Ensino Fundamental).
Noções básicas de Informática (Microsoft Excell).
Estratégias e recursos da aula
Introdução
A Genética é uma ciência que envolve vários conceitos. Principalmente no ensino médio, é importante que alguns desses conceitos sejam bem fixados. Para tornar esse processo mais efetivo e dinâmico, uma estratégia resolutiva é utilizar-se de ferramentas lúdicas, tais como aquelas propostas nesta aula. O desenvolvimento das atividades propostas se afigura como uma oportunidade para que os/as alunos/as possam, a partir da utilização do método científico, ocupar a posição de protagonistas do processo de construção do conhecimento. Afinal, incentivam a curiosidade e criatividade e podem promover mudanças significativas no modo de pensar e agir dos/as alunos/as.
Porém, de acordo com o método científico, é importante que as atividades propostas sejam precedidas pela problematização do tema da aula, o que pode ser feito, no caso, a partir das seguintes questões aos/as alunos/as:
Como a hereditariedade ajuda a determinar como somos?
O que o sangue tem a ver com a Genética?

A problematização fomentará a organização do conteúdo já estudado acerca do tema da aula e o confronto com o não-saber, o que levará os/as alunos/as a formularem hipóteses para responder às perguntas resultantes desse processo. Tais hipóteses serão posteriormente confrontadas com os dados coletados e as descobertas promovidas por meio das atividades propostas, possibilitando, assim, a consolidação do conhecimento.
1ª Atividade – Interagindo com o conhecimento
Cabe ao/a professor/a iniciar a aula trabalhando o conceito de herança genética. Para tanto, os/as alunos/as serão convidados/as a acessar um site por meio do qual poderão, de forma lúdica, aprimorar seus conhecimentos sobre tal conceito e sobre as doenças hereditárias.

Citoplasma










segunda-feira, 17 de novembro de 2014

TRILHA: CONQUISTANDO OS DIREITOS


Organização da turma
- Grupo de 3 a 4  participantes 
 Capacidades a serem trabalhadas
- Oportunizar ao aluno o conhecimento como se deu as lutas e as conquistas dos direitos em nosso país e despertar a conscientização de que as lutas por direitos ainda continua e que ele como cidadão pode contribuir para as conquistas dos mesmos
 Material
- Tabuleiro
- Marcadores e fichas em cores: Movimento Camponês- verde; Primeiro de Maio – azul; Movimentos Sociais- amarelo; Abolição da escravidão- rosa
 Desenvolvimento
- Reúna o grupo. Coloque as fichas sobre a mesa com as perguntas voltadas para baixo, formando um monte. Para iniciar o jogo, os marcadores devem estar posicionados na largada. Cada jogador (a) lança o dado. Quem conseguir o maior número começa o jogo. O (a) próximo (a) a JOGAR será aquele (a) que conseguir o segundo maior número, e assim por diante. Cada jogador (a), na sua vez, lança o dado e avança com seu peão o número de casas de acordo com o resultado obtido. Ao longo do percurso existem casas de cor amarela. Se o (a) jogador (a) parar em algumas delas, deve virar uma das fichas e responder à questão. Se acertar, ele (a) fica com a ficha. Se errar, a ficha deve ser devolvida ao final do monte. Vence o jogo quem primeiro cumprir a caminhada e tiver o maior número de fichas.



FICHAS AMARELAS


1- Falso ou verdadeiro?

Mutirão de moradia é um trabalho em que algumas pessoas de uma família se organizam para construir uma casa na qual toda essa família irá morar .



SE VOCÊ ACERTOU, AVANCE 1 CASA .

SE ERROU, FIQUE ONDE ESTÁ .


2- Falso ou verdadeiro?

A União dos Movimentos de Moradia é uma associação da qual fazem parte pessoas que lutam pelo direito à moradia . Essas pessoas, que não possuem recursos para pagarem seus aluguéis e se submetem a péssimas condições de moradia, são chamadas “ sem – teto .”



SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 2 CASAS.

SE ERROU , VOLTE 1 CASA .


3- Falso ou verdadeiro ?

A lei sobre os direitos sociais foi estabelecida pelos vários projetos sociais existentes em nosso país ,o que possibilita a toda a população desfrutar desses direitos.



SE VOCÊ ACERTOU , JOGUE OUTRA VEZ .

SE ERROU , FIQUE ONDE ESTÁ .


4- Teste

Muitas pessoas no Brasil e no mundo realizam trabalhos voluntários. Há uma Instituição chamada Centro de Voluntários de São Paulo que recebe milhares de pessoas interessadas em realizar esse trabalho. O que é o trabalho voluntário?

a) É aquele em que as pessoas são forçadas a trabalhar muito , em troca de comida e moradia .

b) É quando pessoas dedicam parte de seu tempo e de seus conhecimentos a ajuda individual ou comunitária, espontaneamente, colaborando para a melhoria das condições de vida de pessoas desamparadas, sem receber nada em troca .

c) É a atividade na qual as pessoas recebem um salário. No Brasil, o desemprego impossibilita muitas pessoas de realizar esse trabalho .



SE VOCÊ ACERTOU, AVANCE 2 CASAS .

SE ERROU, FIQUE UMA RODADA SEM JOGAR .


5- Teste

Sobre os projetos de reciclagem desenvolvidos com a participação efetiva da comunidade , podemos dizer que:

a) além de contribuir com o meio ambiente , diminuindo o grande volume de lixo criado nos centros urbanos , a reciclagem de materiais descartados pode gerar novos trabalhos , ajudando a aumentar a renda familiar nas comunidades mais carentes .

b)não trazem vantagem alguma , pois é impossível obter renda por meio de materiais descartados , pois trata – se apenas de lixo .

c) não funcionam, pois não contam com o apoio de um Centro de Educação Ambiental , já que a criação desses centros não é incentivada .


SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 1 CASA.

SE ERROU , VOLTE 2 .

ABOLIÇÃO DA ESCRAVIDÃO


FICHAS ROSAS



1- Falso ou verdadeiro?

A Abolição foi um presente dado pela princesa Isabel aos escravos, que, por causa disso, não precisavam lutar pelo fim da escravidão .



SE VOCÊ ACERTOU, JOGUE OUTRA VEZ.

SE ERROU, FIQUE UMA RODADA SEM JOGAR .


2- Falso ou verdadeiro?

Os escravos nem sempre obedeciam ao seu senhor. Para lutar contra a escravidão , eles, muitas vezes , atrapalhavam as vendas, quebravam ferramentas,

Estragavam a produção de açúcar e, até mesmo , fugiam das terras do senhor e se organizavam em quilombos, tentando , assim , reconstruir a vida que tinham na África



SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 4 CASAS .

SE ERROU , VOLTE 3.

3- Falso ou verdadeiro ?

Dois anos após o fim da escravidão, a capoeira foi proibida no Brasil; mesmo assim, alguns políticos contratavam ex – escravos que praticavam capoeira para ameaçar e pressionar eleitores durante as eleições .

SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 2 CASAS .

SE ERROU , FIQUE ONDE ESTÁ .

4- Teste

No Brasil, a partir da metade do século XIX é que se começou a criticar o sistema escravista e a lutar pelo seu fim. Além de interesses econômicos, políticos e sociais, uma mudança de mentalidade e uma tomada de consciência no que diz respeito à igualdade dos seres humanos deram origem :

a) aos movimentos abolicionistas e à formação de ideais humanitários .

b) à Lei Áurea que, assinada pela princesa Isabel, pôs um ponto final na escravidão .

c) ao direito de voto para todos, independentemente de cor da pele, sexo ou educação .

SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 2 CASAS .

SE ERROU , FIQUE ONDE ESTÁ .


5-Teste

Apesar da importância jurídica da data de 13 e maio, o movimento negro na atualidade não considera essa data importante socialmente . Isso porque o ex – escravo de origem africana não adquiriu a liberdade de fato após a Abolição .

Para isso, seriam necessários atos que garantissem a integração efetiva dos ex – escravos na sociedade . Para o movimento negro, uma data que representa uma reflexão mais profunda a respeito da condição do negro é o :

a) 7 de setembro, que marca a proclamação da Independência do Brasil por D. Pedro.

b) 15 de novembro, que marca a instalação do governo republicano .

c) 20 de novembro, que marca a morte do líder Zumbi e o Dia Nacional da Consciência Negra.


SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 3 CASAS.

SE ERROU , VOLTE 2 .



PRIMEIRO DE MAIO

FICHAS AZUIS

1- Falso ou verdadeiro ?

Antigamente, quando ainda não havia fábricas, o mês de maio era bastante festejado por camponeses europeus, já que esse mês marca o início da primavera naquele continente . Após o século XVIII, com a criação das fábricas, os operários fabris , mantendo essa tradição utilizavam o mês de maio para lutarem por melhores condições de vida e trabalho .

SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 4 CASAS .

SE ERROU , FIQUE ONDE ESTÁ .

2-Falso ou verdadeiro ?

De início, aqui no Brasil, as manifestações dos trabalhadores no Primeiro de Maio eram reprimidas e essa data não era reconhecida pelos governantes . Para os trabalhadores , o Primeiro de Maio significava um dia de festa , de comemoração , de luta e de protesto por melhores condições de trabalho . Ao ser decretada uma data oficial, reconhecida por governantes e patrões , o Primeiro de Maio acabou se descaracterizando, especialmente na Era Vargas :de um dia de luta , de festa e de protesto dos trabalhadores, acabou se transformando no Dia de Trabalho , servindo para celebrizar o governo de Getúlio Vargas e suas ações .

SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 3 CASAS.

SE ERROU , VOLTE 1 .


3-Falso ou verdadeiro ?

O presidente Getúlio Vargas era tido pela população brasileira como o “pai dos pobres”, pois ele sempre atendia as reivindicações dos trabalhadores e, até mesmo, permitia que esses se organizassem de forma independente em sindicatos , para lutarem por melhores condições de trabalho .


SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 4 CASAS.

SE ERROU , VOLTE 2.


4-Teste

Em 1890, lideranças operárias reunidas em um congresso internacional estabeleceram o

Primeiro de Maio como um dia de luta e protesto para os trabalhadores de todo o mundo. Essa data relembra quais acontecimentos ?



a) O “ Dia do Trabalho “ e o dia da inauguração da primeira fábrica brasileira .

b) O “Dia do Trabalho” e as boas condições de trabalho oferecidas aos operários das primeiras fábricas .


c) O “ Dia do Trabalhador” e uma manifestação duramente reprimida . feita em Chicago, em Primeiro de Maio de 1886 , bem como a tradição dos camponeses europeus de comemorar, nesse mês, a chegada da primavera e a época das colheitas.

SE VOCÊ ACERTOU, JOGUE OUTRA VEZ.

SE ERROU, FIQUE UMA RODADA SEM JOGAR.


5- Teste

Uma mobilização de operários ocorrida no período da ditadura militar (1964 – 1984 ) foi bastante importante , pois além de contar com o apoio dos artistas , estudantes e políticos de oposição ao governo dos militares , colaborou para que a sociedade civil exigisse , cada vez mais , escolher seus representantes e manifestar livremente suas opiniões .

Essa mobilização foi feita por:
a) Operários metalúrgicos, especialmente os da região do ABCD, em Primeiro de Maio de1980

b) Operários que, com uniformes de trabalho, se organizaram em desfile em Primeiro de Maio de 1942.

c)Operários que participaram da paralisação que ficou conhecida como “A Greve de 1917”.

SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 2 CASAS.

SE ERROU, FIQUE ONDE ESTÁ .

FICHAS VERDES

1- Falso ou verdadeiro ?

Os camponeses “acampados” deixam de ser trabalhadores sem terra quando conquistam o direito de viver “assentados “ numa área onde poderão plantar , colher e conseguir sobreviver com o trabalho de todos .

SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 2 CASAS .

SE ERROU, FIQUE ONDE ESTÁ .

2- Falso ou verdadeiro ?

João Cabral de Melo Neto, no poema Morte e Vida Severina , trata da questão da dura vida dos trabalhadores rurais pobres que sofrem com a seca . Dessa forma, o poeta retrata uma difícil realidade brasileira vivida por muitos trabalhadores do campo que lutam por um pedaços de terra para sobreviver.

                          

SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 3 CASAS.

SE ERROU, VOLTE 1.

3-Falso ou verdadeiro ?

O MST, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra , é o órgão do governo federal responsável pelos programas de Reforma Agrária no Brasil e foi fundado na década de 1970 .

SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 3 CASAS .

SE ERROU, VOLTE 2 .

4- Teste

Os líderes da Via Campesina, que é a organização mundial dos camponeses , instituíram o dia 17 de abril como o Dia Internacional de Luta Camponesa .Eles escolheram essa data porque :

a)foi nesse dia , no ano de 1996 , que Oziel Pereira , líder do movimento dos trabalhadores sem terra , mudou – se para o acampamento de Nova Canudos .

b)foi nesse mesmo dia , no ano de 1996 , que vários trabalhadores rurais sem terra foram mortos em confronto com a polícia militar , em Eldorado dos Carajás , no estado do Pará .

c) foi nesse dia que muitas famílias do acampamento de Nova Canudos ganharam o direito de serem assentados nessas terras .

SE VOCÊ ACERTOU , AVANCE 1 CASA .

SE ERROU , VOLTE 1.

5-Teste

A organização dos trabalhadores do campo que lutam pelo direito à terra no Brasil , organizando famílias de trabalhadores rurais para ocupar fazendas consideradas improdutivas , recebe o nome de:

a) Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST ) .

b)Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária ( INCRA )

c)Via Campesina .

SE VOCÊ ACERTOU, JOGUE MAIS UMA VEZ .

SE ERROU, VOLTE 1 CASA .



Onomatopéia , a escrita do som

Onomatopéia significa imitar um som com um fonema ou palavra. Ruídos, gritos, canto de animais, sons da natureza, barulho de máquinas, o timbre da voz humana fazem parte do universo das Onomatopéias. Alguns exemplos práticos:
As Onomatopéias, em geral, são de entendimento universal.
Abaixo estão uma lista com as Onomatopéias mais populares:

Aiai! – grito de dor
Ah! – grito de surpresa, dor, medo, pavor ou descoberta
Ah! Ah! Ah! – risada ou gargalhada
Ahhh! – Aaah!, alívio
Ahn! – choro Arf! – animal arfando, ofegante
Argh! – nojo
Atchim ou ahchoo! – espirro

Bah! – desagrado
Bam! – tiro de revólver
Bang! – tiro
Baroom! Baruuum! - trovões ou explosão de bomba atômica
Baw! ou buá! – choro
Bóim – batida na cabeça com objeto
Bawoing! - corda de aço após soltar flecha.
Bash! ou bow – queda
Bbrrzz! – sintonia de rádio
Beep! – bip, ruído eletrônico
Biff! – soco no queixo
Blah! baaa! buuu! – zombaria
Blast! bruum! – explosão
Bleahh! – zombaria
Bonc! bou! – cabeça com cabeça
Boom! bum! – tiro, explosão
Boomp! – choque por queda
Boot! tum! – pontapé traseiro
Booo! uuu! – vaia
Bounce! bóim! – mola soltando, animal pulando
Brrr! – sensação de frio
Brrr booom! – trovão
Buow! – choro
Burp! – arroto
Buzzz! bzzz! – abelha voando; cochicho

Chomp! nhoc! nhac! nhec!- mastigar
Chop! tchap! tchape! tchope! – chapinhar, patinar, chafurdar na lama
Clang!, blém!, blém! – batida em objeto metálico
Clap! clap! Clap! plec! plec! – palmas
Click clic! – ligar ou desligar
Clink! plic! – piscar de olhos
Clomp! tlum! vap! vop! – animal grande abocanhando objeto ou comida
Coff! oss! uss! – tosse por asfixia.
Crack! prac! prec! – quebrando
Crash! Praaa! – objeto grande se chocando com outro; estouro
Crunch! croc! – mastigar torradas

Ding! dim! plim! trim! – campainha
Drip! pim! ping! plim! plic! – gota
Dzzzt! bzzzt! – vôo curto de abelha; rápido cochicho; ruído no processo da solda elétrica

Eeek! ic! – soluço
Er... Ahn ... – indecisão

Gasp! Ufa! – cansaço
Glub! glub! Glub! blub! glug! – líquido sendo engolido; beber água
Grrr! – animal ou pessoa grunhindo
Gulp! glup! – engasgo

Ha! Ah! Ah! – riso de satisfação, gargalhada
Hã? Huh? hein? – interrogação
He! he! he! eh! eh! rê! rê! – risinho de satisfação
Hmmm hum... – reflexão
Honk! fom! fom! – buzina
Hoot! uuu! – vaia
Hum! – satisfação

Ih! ih! ih! ih!, ri! ri! ri! – riso ridículo
Ioo-hoo! iu-uu!, u-uu! – chamamento a distância

Ka-boom! ta-bum! – bomba
Klunk! clunc! plunc! tlunc! – ruído surdo de objeto caindo
Knock! Knock! toc! toc! – batida

Meow! miau! – miado de felino
Mmm! huuum! – satisfação; reflexão; espanto, dúvida; mente trabalhando
Mooo! muuu! – mugido de búfalo
Munch! chomp! – mastigada de animal grande

Oof! ufa! – suspiro de cansaço ou dor
Oops! upa! epa! – espanto; medo; surpresa
Ouch! ai! – grito de dor
Ow! ouch! – desabafo de dor

Pat! pat! tap! tap! – tapinha carinhoso
Pfft! pfft! phfpt! – cuspir; desprezo
Ping! – gota caindo
Plomp plom! – fruto caindo de árvore
Plop! poc! pok! – batida em objeto oco; coaxar de sapo; perna de pau
Poof! puf! – desaparecer de repente.
Poof! puf! – cansaço
Pow! pou! – soco
Psst! – expulsar ou chamar atenção

Rat-rat-rat! rá-tá-tá! ratataaá-tá – metralhadora
Rawww! Grrr-ou! – rugido de gorila
Riiinch! – relincho
Ring! ding! – campainha tocando
Rip! – rasgando; tesoura cortando
Roar! rawww! – rugido

Screeech! iééé! – freada de carro
Sigh! ai-ai! – suspiro
Slam! blam! – porta batendo
Slop! blob!, blab! – pessoa ou animal babando
Slurp! lamb! – lambida
Smack! vjjj! – estalado; Mmm!, beijo
Smash! paft! plaft! – tapa, bofetão; esmagamento; amassamento
Snap! tlec! – estalar os dedos
Snip-snip! rasg! riip! – rasgar
Snore! ron! ronc! – roncar
Snort! – ronco
Sniff! fniff! chift! – aspirar, fungar; cão ou outro animal farejando uma pista
Sob! ahn! – choro
Soc! pow! sock! – porrada
Splash tchá! chuá! – pessoa ou objeto caindo na água
Splait splash! – queda na água; salto de trampolim
Splop! ploc! ploct! plop! – queda de objeto oco
Sssss! Ssss! – objeto queimando; silvo da cobra
Swat! zip! – objeto arremessado; fecho éclair
Swish! tchuf! – pistola de água; esguicho
Swooish! fuiiim! vuum! zum! – algo cortando o ar rapidamente; zunindo

Tatata! tarará! – corneta
Thud! tum! – pancada surda
Thwack! plaft! pleft! – chicotada
Tickle! tic! tic! tic! – cócegas
Tic-tac – mecanismo de relógio
Tick-tock – tic tac do relógio; torneira pingando
Tingeling! blim-blém! blim-blom! – campainha moderna; sinos tocando
Toing! tóim! bóim! póim! – mola se desprendendo; personagem pulando
Trash! trá! pra! – objeto se partindo; lixo caindo
Trim! trim! prim! – toque de telefone
Tsk! tss-tss! – risadinha entre os dentes; desprezo; abrir uma tampa de garrafa de bebida

Ugh! Ug! – exclamação
Uh-HuH! ã-hã! – assentimento
Uhn! hã! – surpresa
Ungh! – choro

Va-voom! – objeto cortando o ar
Vop! – objeto passando rápido no ar
Vrum! brum! – arranque de carro

Wap! vap! – golpe com objeto
Whack! pow! – porrada; golpe
Wham! bam! – batida de porta
Whap! vapt! – objeto zunindo no ar e atingindo o alvo; porta batendo
Wheee! fiii! – bomba caindo
Whew! uf! – suspiro de alivio ou expressão de cansaço; expiração
Whiz! zim! tzim! – zunido; ricochete de balas
Whomp! vump! – queda
Whoosh! swooish! – ar sendo rasgado por objeto em velocidade
Wow! uau! – exclamação, admiração

Yeow! uai! – exclamação; espanto
Yeowtch! – exclamação
Yipe! ai! – dor

Zak! vap! – pancada, cutelada
Zap! – choque elétrico
Zing! zim! – sibilar da flecha
Zip! vuup! vap! – zunido de objeto arremessado; golpe súbito; zíper fechando
Zok! pof! tou! – pedrada na cabeça
Zoom! zum! zoop! – movimento rápido
Zowie! zum! – zumbido
Zzz! – idicação de que se está com sono ou dormindo.
Bom proveito!!!!

Oficina de Poesias

Você sempre quis fazer suas próprias poesias, mas não sabia nem por onde começar? Seus problemas acabaram! Acompanhe nossas dicas para fazer desabrochar seu talento poético.
1. Sobre o que você quer falar?
Um bom assunto é aquele que está mexendo com você ultimamente. Pode ser qualquer coisa, qualquer sentimento. Poesia é uma forma de comunicação. Pode ser romântica, engraçada, de amizade... Você manda!
2. Soltando as palavras
Pegue um papel e vá anotando várias palavras que tenham a ver com o assunto. Tente achar rimas para elas. Não precisa pensar muito. Brinque de rabiscar palavras. Quanto mais, melhor. Depois você escolhe as preferidas.
3. A primeira frase
Você não precisa acertar logo de cara. É justamente a vontade de acertar de primeira que “emperra” o pensamento. Você é livre para escrever e apagar o que quiser, mudar tudo de lugar... Solte o verbo! Não tenha medo...
4. Como rimar?
Existem vários jeitos de combinar rimas. Podemos, por exemplo, numa poesia de quatro linhas (A, B, C, D), rimar:
A com B e C com D (primeira com segunda e terceira com quarta), ou
A com C e B com D (primeira com terceira e segunda com quarta), ou
Apenas B com D (segunda com quarta linha).

Veja este exemplo:
EU QUERO UM MUNDO MELHOR,
UM MUNDO MAIS “SIM” DO QUE “NÃO”.
SERÁ QUE É TÃO COMPLICADO
VER O OUTRO COMO IRMÃO?

(Evelyn Heine)

O truque para deixar mais legal uma poesia é procurar palavras de tipos diferentes para rimar. “Irmão” é um SUBSTANTIVO e “não” é um ADVÉRBIO. (Viu como é bom saber Português?)
Não precisa ser na poesia inteira, mas, se conseguir, ótimo.

Veja como ficaria mais pobre deste outro jeito:
EU QUERO UM MUNDO MELHOR,
UM MUNDO COM MAIS UNIÃO.
SERÁ QUE É TÃO COMPLICADO
VER O OUTRO COMO IRMÃO?

(Evelyn Heine)

Reparou? "União" (SUBSTANTIVO) com "Irmão" (SUBSTANTIVO) não dá o mesmo efeito, não é?
Além disso, inventar novos papéis para as palavras enriquece sua poesia. Um “mundo sim” serve de exemplo porque transformamos o “sim” (ADVÉRBIO) em adjetivo.

OUTRA!
Vamos tentar, agora, uma poesia mais curtinha, só de três linhas, rimando A com C (primeira com terceira).

MEU CORAÇÃO ARDE... AI, AI!
TUDO CHOVE SÓ PORQUE
ELE ME DISSE UM BYE!

(Evelyn Heine)

Primeiro tive a ideia de rimar “AI” (onomatopeia de dor) com a palavra em inglês “BYE” (que se pronuncia “bai”). Não é legal?
Então... fui imaginando o que combinaria com “AI”.
Pensei na dor de uma paixão não correspondida.
Depois inventei a última linha (Ele me disse bye = foi embora) e ficou faltando a do meio.
Dei um jeito de ligar as duas com a que faltava.
Primeiro imaginei “isso tudo só porque”... mas aí veio uma frase mais forte – “hoje chove só porque”... – e outra melhor ainda (mais sentimento!): "TUDO chove só porque".
Viu só? A gente vai mudando até gostar do conjunto! Você precisa ficar contente com sua obra!

E ATENÇÃO!
Chover é um verbo que não tem sujeito. Por isso mesmo “tudo chove” causa impacto.
É impossível que as coisas chovam! Mas isso exprime a tristeza da situação. Por isso a poesia emociona mais do que dizer apenas: “estou triste porque ele não gosta de mim”.
5. Não saia do ritmo!
Uma poesia também precisa ter ritmo.
Tente reparar se a leitura de sua poesia fica "gostosa" ou não.

EXEMPLO:
Ba-ta-TI-nha QUAN-do NAs-ce
Es-par-RA-ma PE-lo CHÃO


Viu que os sons mais fortes da primeira linha estão nos mesmos lugares que os da segunda?
Faça o seguinte: sua poesia não "encaixou" direito? Parece que fica uma "ponta" sobrando em alguma parte?
Então troque palavras por sinônimos, inverta a ordem delas... até seu ouvido ficar satisfeito.
Veja o ANTES e DEPOIS a seguir. Compare!
ANTES
PINGA O PINGO INSISTENTE.
PING, PING RITMADO
SÓ PARA AMOLAR A GENTE!
DEPOIS
PINGA O PINGO INSISTENTE.
PING, PING RITMADO
SÓ PRA AMOLAR A GENTE!
Reparou? Um mínimo detalhe fez MUITA diferença na hora de falar.
“Para” tem duas sílabas e “pra” tem uma só. Só isso já muda tudo. VEJA:
PIN - GAO - PIN - GO - IN - SIS - TEN - TE
SÓ - PRA - A - MO - LAR - A - GEN - TE

MESMO NÚMERO DE SONS!

Veja estes versos feitos por Gonçalves Dias:
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.


Recite em voz alta. Reparou que tudo se encaixa?
Um dos truques é que cada linha tem o mesmo número de SONS.
Em poesia, um som é uma "sílaba métrica", diferente da sílaba normal. É diferente porque pode juntar letras de palavras vizinhas, assim:

"ON-DE CAN-TAO SÁ-BI-Á" (7 SONS)
"AS A-VES QUEA-QUI GOR-JEI (AM)" (7 SONS - o "AM" não conta porque é fraquinho)

Os poetas de antigamente quebravam a cabeça para cada verso ter um número certinho de sons!
Hoje isso não é uma obrigação. Também podemos fazer versos livres, sem tanta preocupação com a forma. Você escolhe!
6. Treinando os ouvidos
Comece a prestar mais atenção às letras de músicas que ouve. Veja porque algumas rimas parecem melhores que outras.
Você sabia?
Uma rima feita com palavras do mesmo tipo (mesma classe gramatical), chama-se RIMA POBRE.
Já uma outra feita com palavras de tipos diferentes, chama-seRIMA RICA.
Melhor ainda se você rimar palavras com estruturas totalmente diferentes. Aí o nome é RIMA PRECIOSA (“vê-lo” com “cabelo”, por exemplo).
7. Desenhando com palavras
Veja só isso:


As palavras podem formar desenhos que tenham a ver com o sentido! Não é legal?
O nome para isso é POESIA CONCRETA
“Concreto” é algo que existe mesmo.
Você também pode tentar criar suas poesias concretas. É divertido!
8. Outras figuras
E TEM MAIS! Em qualquer poesia, também dá para usar figurasSEM DESENHAR NADA.
Como assim? São figuras para imaginar. Por exemplo:

Um mar azul e calmo em minha alma.
É o mesmo que "Estou em paz, me sinto bem."

Percebeu?
Existe uma matéria, em Português, que se chama FIGURAS DE LINGUAGEM.
Tem uma porção de tipos e com elas podemos brincar com os sons das letras, com a gramática, com os sentidos das palavras...

Agora pegue um papel e uma caneta e ponha em prática o que você aprendeu.

Como fazer uma História em Quadrinhos

Um belo dia a professora chega na classe e pede:
— Queridos alunos, quero que vocês façam uma história em quadrinhos sobre um assunto qualquer!
E aí?
Para ajudar, criamos este conjunto de dicas.
É mais fácil do que muita gente imagina. Você vai até se orgulhar do seu talento!
Primeiro, um exemplo prático. Veja:
1. Primeiro quadrinho:
Desenho - Professora na frente da lousa
Balão - Oi, classe! Quero que cada um faça uma história em quadrinhos!
2. Segundo quadrinho:
Desenho - Todos os alunos sentados em suas carteiras com cara de assustados.
Balão geral - OH, NÃÃÃO!
3. Terceiro quadrinho:
Desenho - Close de um menino ou menina (você), cara preocupada.
Balão - E agora?
Viu só?
Qualquer situação pode virar uma historinha legal. Elas estão aí por toda parte, acontecendo de verdade. A gente consegue usá-las à vontade, mudando, colocando piadinhas, exagerando, misturando fatos.
Para facilitar, primeiro faça um ROTEIRO, assim como o exemplo acima, colocando no papel como será a história toda.
Depois, faça as contas!
Isso mesmo. Veja quantos quadrinhos sua história inteira vai ter. Aí tente descobrir de quantas páginas ela precisa.
Exemplo: 12 quadrinhos.
Aí eu posso colocar em 2 páginas, 6 quadrinhos em cada uma.
Dividindo uma folha de sulfite ao meio, posso fazer uma CAPA na primeira página, deixar a história na segunda e terceira, colocar meu nome e série na quarta, a última.
Mas isto é só um exemplo. Algumas professoras já dizem se querem uma página ou apenas uma TIRINHA (história bem curta que é só uma tira mesmo, como as dos jornais).
A “cara” da história
Quando você pensa na disposição e no formato dos quadrinhos, calculando as páginas, está fazendo uma coisa que se chamaDIAGRAMAÇÃO.
“Diagramar” é decidir a forma e o tamanho dos quadrinhos, lembrando que um pode ser o dobro dos outros e ocupar uma tira inteira, por exemplo.
Outro pode ser pequeno, somente com um “som” do tipo “TUM”, “CRÁS”, “NHACT”...
Ai! Não sei desenhar!
Se você acha difícil desenhar ou inventar personagens, não se preocupe. Qualquer coisa que existe pode virar um personagem de quadrinhos. Mesmo bem simples. Basta um par de olhos, duas pernas ou qualquer característica dos seres humanos para “animar” algo que não tem vida.
Quer um bom exemplo? Uma esponja-do-mar virou um dos personagens mais famosos do mundo, não é mesmo? O criador do Bob Esponja foi muito criativo!
Então, comece a observar alguns personagens por aí. Nas propagandas, logotipos de empresas, mascotes de times de futebol...
Outra coisa: não precisa ser um desenho. Você pode fazer uma colagem para criar seu personagem. Um triângulo é o corpo, uma bola é a cabeça. Quem sabe até uma bola de futebol ou de basquete... se for um cara fanático por esportes...
Quando você começar, vai perceber que sua imaginação achará boas idéias.
Mão na massa!
Dica importante: para fazer cada quadrinho, comece pelo texto (balões dos personagens).
Depois faça os desenhos. Sabe por quê? Porque, geralmente, a gente se empolga com o cenário, os personagens, e depois não cabem mais os balões. Fica tudo encolhido e ninguém consegue ler direito.
Outra sugestão:
Se quiser, faça os quadrinhos em papéis já recortados e depois cole-os numa folha preta, deixando espaços iguais entre eles.
Em vez de preta, escolha a cor que preferir, sempre contrastando com a dos quadrinhos para ficar legal.

As letras
Use apenas letrasMAIÚSCULAS.
Capriche bem nas letras para ficarem mais ou menos do mesmo tamanho.
Você pode destacar palavras importantes ou gritos com cores mais fortes, assim como usamos o NEGRITO (N) no computador.
Escreva as letras antes de fazer o balão em torno delas.
Tipos de balões
Onomatopéias
Hein? Isso mesmo: “onomatopéias” são palavras que imitam sons.
Veja algumas delas.
FORA DOS BALÕES:
OU DENTRO DOS BALÕES:
Final da história
O final é muito importante. É o desfecho do seu trabalho. Imagine que todo leitor gosta de uma surpresa no final.
Coloque a palavra “fim” no último quadrinho.
O título
Quando souber como será sua história, invente um título para ela. Lembre-se de deixar espaço no início da primeira página.
Não complique!
Cena complicada demais pra desenhar?
Pense em outra. Sempre há uma solução mais simples...
Frase comprida demais? Tente cortar o que não faz falta.
Finja que está dizendo a mesma coisa, mas com pressa.
Este é um bom truque.
Faça a lápis primeiro.
Assim dá pra mudar algo errado, diminuir o textos, estas coisas.
Dica de Português
Sempre coloque vírgula entre o VOCATIVO e o resto da frase.
Exemplos:
Oi, turma!
Mãe, você deixa eu brincar?
Gente, vamos JOGAR bola!
Pára com isso, menina!

Vocativo é a pessoa ou pessoas com quem o personagem fala. (Invoca).